Por que o Gerenciamento por Categoria é o queridinho do mercado?

Entenda porque muitos canais de venda e indústria têm utilizado o Gerenciamento por Categoria em suas estratégias para atingir as metas.

(por Patrícia Maciel e Rodrigo Volponi)

O principal objetivo dos varejistas é a conversão de vendas. Tal meta também é percebida na indústria. Tendo em vista o interesse em comum é possível traçar uma estratégia alinhada para atingir os resultados esperados. Uma maneira de realizar essa integração entre a indústria e o varejo é o Gerenciamento por Categoria. Esse formato de exposição leva em consideração a ótica do shopper para organizar os produtos na gôndola, de modo que o ambiente facilite o processo de decisão de compra.Gerenciamento por Categoria

Para obter êxito, a recomendação de sortimento e planograma devem ser pautadas em dados e na análise dos hábitos de consumo dos shoopers daquela loja. Quando pesquisa e o diagnóstico estão corretos, o abastecimento fica mais fácil e as rupturas diminuem.  Saber quem é o shopper (incluindo detalhes de faixa etária, gênero e classe social), quais fatores influenciam sua decisão, quais produtos são adquiridos juntos e qual o faturamento de determinados itens, por exemplo, são informações cruciais para desenvolver a correta estratégia de Gerenciamento por Categoria.

Em outras palavras, é imprescindível conhecer a segmentação que o shopper faz da categoria e como decide o que irá adquirir: entender se – para ele – o sortimento precisa estar mais voltado para o preço ou para itens mais raros/importados, se os itens adquiridos são para consumo próprio ou para a família, quais são as quebras que ele faz durante a compra, quais atributos que procura e etc. Trata-se de uma construção feita em conjunto que – quando bem executada – traz resultados significativos.

O processo do Gerenciamento por Categoria começa com a definição dos produtos que formarão a categoria e a sua missão. Será preciso determinar em qual contexto aqueles itens se encaixam: são artigos de destino, que diferenciam a loja da concorrência? São mercadorias de rotina? São de conveniência ou sazonais?

O próximo passo é estabelecer a estrutura dessa categoria e definir a prioridade dela na estratégia do fabricante, que deve ser avaliada pelo seu desempenho. Essa mesma análise irá definir as oportunidades de vendas e lucro, que, por sua vez, direcionarão as metas que deverão ser atendidas pela indústria e pelo varejo. Com as metas estabelecidas, são definidas as ações e um plano para atingi-las.

O atual cenário econômico do país – somado a grande quantidade de lojas de autosserviço e de outros canais, como os HFS – High Frequecy Store (lojas de conveniência, padarias e etc.), tornaram a concorrência e a luta territorial no campo do varejo acirrada. Em qualquer luta é preciso ter estratégia e, hoje, umas das mais eficientes é Gerenciamento por Categoria.

Precisa de ajuda para executar o GC definido pela sua empresa? Conte com a ajuda da Facta. Fale com a Patrícia Maciel (patricia@facta.net.br) e Rodrigo Volponi (rodrigo@facta.net.br).

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